Tese
O Sky é o MakerDAO renomeado: o mesmo banco central descentralizado que emite dólar contra colateral cripto desde 2015, agora com token novo (SKY no lugar do MKR), stablecoin nova (USDS ao lado do DAI) e governança fatiada em unidades independentes. É o protocolo de crédito mais antigo em operação contínua do DeFi, e o que mais dólar sintético tem em circulação.
Pra mesa FM, o SKY é dos poucos ativos do setor em que a conversa de fluxo de caixa é literal: os juros cobrados sobre o dólar emitido são a receita, o protocolo retém essa receita e a usa em recompra do próprio token. Nos últimos doze meses o capital depositado se manteve e a dívida em aberto cresceu de forma relevante — a máquina funciona. Os pontos de atenção são de outra ordem: a migração do MKR e do DAI ficou pela metade, o supply do token é enorme por desenho da conversão, e a função de congelamento embutida no USDS afastou parte da base que via no DAI a stablecoin sem dono. O que acompanhamos é receita contra emissão de recompensas — o buyback só é valor se sobreviver ao que é distribuído.
Por que a Financial Move cobre
Receita real, recompra real e um dos maiores balanços do DeFi — dá pra medir esse ativo do jeito que se mede uma empresa.
- Receita e fees do protocolo — os juros cobrados sobre o dólar emitido
- TVL e dívida em aberto — a escala do balanço
- Funding rate compilado — posicionamento alavancado no token
- Long/short das carteiras rastreadas — o lado do dinheiro esperto
O que muda no terminal FM
- Fundamentos do protocolo — receita, fees e TVL contra o preço
- Funding compilado entre as principais corretoras de derivativos
- Wallets rotuladas de smart money
- Score de sentimento autoral que sintetiza os sinais num único número −100 a +100